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Deputado federal Célio Studart assume defesa de cachorro Scooby na Justiça em ação de reparação de danos
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Em ação protocolada no domingo, 30, Célio Studart, advogado e deputado federal, acionou a justiça em ação de danos materiais e morais, representando o cachorro Scooby, resgatado na última semana, vítima de maus-tratos. A ação visa reparar danos e custear a manutenção do animal, bem como ser pedagógica ao mostra que estes crimes precisam ser punidos também financeiramente.

No último dia 27 de março, em operação realizada pela Polícia Civil, com participação de Stefani Rodrigues, do grupo Anjos da Proteção Animal – APA Fortaleza, do protetor Marcio Souza e de membros do mandato de Célio Studart, foi resgatado o animal em situação completa de abandono e sem integridade física. O poodle idoso estava há anos sem manutenção de pelos, unhas e tratamento veterinário adequado, habitando um local sujo e sem cuidados.

Na ação, Célio sustenta, com base no artigo 225 da Constituição Federal que veda práticas que submetam os animais à crueldade, a proteção ao meio ambiente é dever do Poder Público e da Coletividade e apresenta ainda o caso do cão “Tokinho”, de outubro de 2023, o qual foi representado pelo Grupo Fauno de Proteção aos Animais buscou o Judiciário visando reparação pelos danos que seu ex-tutor havia causado.

“Precisamos levar em conta que já há jurisprudência no Brasil de ações em que animais são partes em busca, tão somente, de reparação pela violência e crueldade que foram submetidos e, ainda, como forma pedagógica. Quando as pessoas sentem no bolso é que compreendem o tamanho do erro que cometeram”, afirma Studart.

O cachorrinho, autor da ação está sob tutela da APA Fortaleza, que é a depositária do animal após o resgate. A ação pede 7 mil mil reais de indenizações morais e materiais, que serão revertidas para o tratamento e as custas do animal. “Infelizmente, acompanhamos tantos casos em que os tutores são levados para a delegacia e soltos na audiência de custódia, no máximo com pagamento de multas pelos crimes que cometeram. É justo também, que no nosso ordenamento jurídico, esses recursos possam garantir que estes animais tenham o tratamento digno que merecem após serem violentados. Que este caso sirva de exemplo”, finaliza Célio.

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