Aproveitando a crise internacional gerada pela queda do preço do barril de petróleo e pelo coronavírus, a Petrobras decidiu entregar as áreas de produção em águas rasas, o que atinge diretamente o Ceará e o Nordeste. As nove plataformas cearenses estão paradas.
O fato chamou a atenção do deputado estadual Acrísio Sena (PT). “São 400 empregos diretos e cerca de 2 mil indiretos, perda de impostos para os estados nordestinos, além dos impactos na economia de nove municípios cearenses que também recebem royalties. Vamos acionar as prefeituras e já sugerimos ao Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro) a entrar com ação junto ao Tribunal Regional do Trabalho para preservar os empregos”, informou.
Acrísio preocupa-se com a possível saída da Petrobras do Ceará após 55 anos. “Já não temos a BR Distribuidora e a Liquigás. A Lubnor corre o risco de entrar no rol das privatizações. E agora o governo federal vai fechar a produção de óleo e lubrificantes? Qual o objetivo disso? Será mais uma retaliação do governo federal ao Nordeste?”, ponderou o parlamentar.
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